quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Simplismente palavras.


E silenciosamente o sentimento volta. E sem perceber ele ancora na beira. E quando percebemos o sentimento ja tomou conta de todo o coração. Isso é amor.


Como o vento de um inverno frio. Como o calor de um verão ensolarado. Como o encontro de dois rios. Como o florescer da primavera. Como o amor que nasce por um ser. É simplesmente assim. Como fui me apaixonar por você?.


Pra que falar, se os olhos brilham, a pupíla se dilata, o azul muda de cor repentinamente. Pra que falar, se um olhar pode dizer mais do que palavras e gestos. Pra que falar, se o olhar já diz tudo. EU TE AMO.


Carta de um Suicída:

Nestas ultimas palavras que deixo nesta carta, não quero colocar o que de ruim aconteceu comigo na vida, mas sim a única coisa que me motivo a viver mais e mais, que me fez acreditar que viver ainda valia a pena, que me fez ver a vida de um outro modo que jamais pensei em existir. Mas essa pessoa agora se foi, e este mundo agora está preto e branco, não mais colorido como antigamente. Digo que parto, mas vou levar esse colorido para sempre. Não culpo ninguém pelo o que vou fazer (quando estiverem lendo já terei o feito), se existe um culpado nesta história toda, esse alguém sou eu, que de alguma forma vacilei e perdi o que mais prezava neste mundo. O que me dava mais gás para sobreviver. Mas agora o gás acabou, era como oxigênio. Quando o oxigênio acaba, uma vida se vai. Deixo aqui todo o preto e branco. Levo comigo o colorido.
E a todos que me ajudaram, não desistam. Não façam o mesmo que eu, se as vidas de vocês não estiverem mais coloridas. Porque eu estarei lá de cima retocando de cores a vida de vocês.

P.s: Carta de um suicída que fez tudo isso por uma única razão. O AMOR.

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