Reviravoltas
E como eu queria que esse ano tivesse começado tranquilo e sereno como tinha desejo. Mas ouve turbulencias de escalas imagináveis. As vezes preferia nem viver, para não ter que escolher, machucar, magoar as pessoas que cercam minha vida. De um lado, coisas boas do outro a negatividade de certas pessoas que me atingem e me fazem desistir do que eu realmente gosto. E dizer não agora é sinal de rebeldia, sinal de psicopata, sinal de loucura, sinal de que está sonhando com um mundo que não existe, de que a vida não é assim, fácil. E quem disse que a vida é fácil? Acho que com quase dezenove anos na cara, eu tenha aprendido os truque que a vida dá, eu sei que vou quebrar a cara, eu sei os perigos que envolve uma escolha. Com dezenove anos, eu talvez já possa decidir sozinho o que é melhor para mim, ou não. Posso fazer escolhas erradas sim. Mas quem não faz?! Queria viver a minha vida. Aquela vida louca, não a vida certa. Quero conheçer novas pessoas, novos lugares, novos rumos. Quero chegar em algum lugar e chorar mesmo e agradeçer por isso estar acontecendo na minha vida. Quero rir de tudo que ficou para trás. Quero relembrar dos momentos marcantes. Quero errar mais para frente para aprender. Quero acertar. Mas se eu não tomar as minhas próprias decisões, e passar por cima de opiniões de pessoas que querem meu bem, eu ficaria o resto da vida trancado em casa. Está na hora de me impor. Está na hora de deixar meu coração sentimentalista de lado um pouco, e seguir a razão. Embarcar nessa aventura. Como o pacto "Seremos Loucos Para Sempre" sem se preocupar com as consequências. E se vier consequências? Depois a gente vê.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
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